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Casa Histórica de Deodoro

Publicado: Quarta, 29 de Novembro de 2017, 12h32 | Última atualização em Sexta, 21 de Setembro de 2018, 09h38 | Acessos: 1851

FUNCIONAMENTO E LOCALIZAÇÃO

 

Exposições:

- Terça a quinta das 10h às 16h e sexta das 10h às 12h, exceto feriados.

 

Observações:

- Os portadores de deficiência intelectual e/ou mental e seus acompanhantes terão horário de visitação especial nas sextas-feiras das 9h às 10h, conforme estabelece a Lei 6.278 de 21 de novembro de 2017 da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

- Estacionamento gratuito durante o período de visitação.

 

 

ENTRADA FRANCA

 

 

Telefone: (21) 2221-0964

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Praça da República, Nº 197 - Centro - Rio de Janeiro/RJ

  Um dos mais importantes sítios da História recente do país, a Casa Histórica de Deodoro, está localizada no Centro da cidade do Rio de Janeiro, em um sobrado no número 197 da Praça da República. A CHD está sob responsabilidade administrativa do Museu Histórico do Exército e Forte de Copacabana (MHEx/FC). 

   Além de servir de residência para o Marechal Deodoro da Fonseca, proclamador da República Brasileira, foi na Casa Histórica de Deodoro que foi decidido o primeiro Ministério Republicano, no dia 9 de novembro de 1889.
 
   Como todas as residências construídas no início do século XIX, a Casa Histórica de Deodoro possui características típicas de um sobrado urbano residencial do período colonial.

   Foi construída com pedra, cal e óleo de baleia, materiais fartamente utilizados pelos portugueses nas construções do período. Algumas paredes internas foram levantadas originalmente em taipa, pau-a-pique e madeira, mais tarde foram substituídas por paredes de tijolos, nas diversas reformas realizadas. Entretanto, sua fachada conserva as características originais, apresentando as ombreiras enquadradas em pedras e várias aberturas. 
 
   Assim como em todo sobrado do final do período colonial, a Casa tinha os seus dois pavimentos com funções bem definidas.

   O andar térreo era destinado à guarda dos carros puxados por animais (razão pela qual existe uma entrada central mais larga), como habitação para os escravos da família, ou mesmo para instalação de atividades comerciais. Portanto, constituía-se na parte menos nobre do imóvel, uma vez que era dedicada ao trabalho braçal.
 
   No andar superior, ficava a verdadeira residência da família. Havia uma varanda na parte frontal de onde podia se observar o movimento da rua; a sala de receber, constituída de poucos móveis; um corredor que fazia a ligação desta para os quartos, os quais eram desprovidos de janelas para o exterior, característica dos hábitos lusitanos de recanto familiar; e, finalmente, o principal ponto de reunião da família: a sala de jantar.

Salão de Exposições 
 
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                   Jornais da Época em Exposição                                                  Pátio Interno
 
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Administrador

1º Tenente QAO MARCELO Moura Bezerra

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