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Exposições Permanentes

Publicado: Segunda, 11 de Dezembro de 2017, 10h34 | Última atualização em Segunda, 24 de Setembro de 2018, 11h13 | Acessos: 2362

  Inaugurado em 1996, com a temática “O Exército na Formação da Nacionalidade”, a exposição apresenta a história do Brasil sob a ótica da história militar, retratando os principais fatos ligados à fase colonial: o descobrimento do Brasil, a colonização do território pelo sistema de Capitanias Hereditárias, a expansão territorial pelas entradas e bandeiras, e as invasões territoriais.

  Entre os episódios abordados, destaca-se a Batalha de Guararapes, que ocorreu em 19 de abril de 1648, que marca o nascimento do Exército Brasileiro.

  A vitrine da chegada da Corte Portuguesa ao Brasil retrata as mudanças decorrentes dessa fase. Em seguida, estão as vitrines da Proclamação da Independência e da participação do Exército na Guerra da Tríplice Aliança.
      
  Neste salão, há também o espaço destinado a exaltar o Patrono do Exército, o Marechal Luiz Alves de Lima e Silva, Duque de Caxias. Em exposição, estão o chapéu bicórneo, uma réplica da coroa ducal e, ainda, a cômoda papeleira com o brasão de armas do Duque de Caxias, acervo original datado de 1851.
 
  Por fim, a vitrine com acervo original do Marechal Deodoro da Fonseca, o proclamador da República.
 

 
  O Salão República mostra a atuação do Exército Brasileiro no período Republicano. Traz a primeira Assembleia Constituinte, a Revolta da Armada, a Guerra de Canudos, a modernização do Exército Brasileiro e a contribuição do Marechal Rondon para a integração do território brasileiro.

  Estão expostos acervos originais do Marechal Rondon, como mapas e a câmera fotográfica utilizada para registrar o contato com as nações indígenas. Durante a visitação, são projetadas imagens do contato realizado com os índios da Amazônia.

  Há uma vitrine que retrata o Levante dos 18 do Forte, quando militares do Forte de Copacabana marcharam contra tropas legalistas. Participaram do Movimento de 1922 o Tenente Eduardo Gomes, o Tenente Nilton Prado, o Tenente Siqueira Campos, sargentos, cabos, soldados e o civil Octávio Corrêa.

  A vitrine que encerra a visitação mostra a participação da Força Expedicionária Brasileira na Segunda Guerra Mundial. São projetadas imagens da atuação da FEB nos campos de batalha da Itália.
 
Salao Republica 1 Salao Republica 2 Salao Republica 3

Salao Republica 4 Salao Republica 5 Salao Republica 6
 
  A Sala dos Presidentes é o local onde está exposto o acervo que oferece ao público uma compreensão da República, com objetos que registram e informam sobre acontecimentos que fazem parte da nossa história. Este espaço possibilita que o visitante tenha acesso aos acervos museológicos sobre os presidentes do Brasil.
 
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  O Gabinete de Curiosidades disponibiliza o acervo que não se encontra na exposição permanente. São peças altamente heterogêneas, das mais variadas naturezas e procedências, incluindo porcelana, medalhas e condecorações, curiosidades, miniaturas, entre outros objetos raros.
 
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  A construção da Fortificação, em forma de casamata, foi um desafio à engenharia militar. As paredes externas voltadas ao mar, de 12 metros de espessura, acolhem os canhões alemães Krupp, assentados em cúpulas encouraçadas e giratórias.
 
  A Fortificação possui dois canhões de 305 mm, que poderiam atingir alvos a 23 km de distância, dois canhões de 190 mm e duas torres de canhões de 75 mm.
 
  O espaço possui uma usina a diesel, que na época fornecia energia elétrica para o bairro de Copacabana e servia para a iluminação, ventilação e operação das peças de artilharia.
 
  O projeto da Fortificação é único na América do Sul, pois possui câmaras de tiro, cozinha, depósito de viveres, paiol de munição, alojamento para oficiais e praças, oratório, oficina, telégrafo, observatório, almoxarifado, cisterna de água, banheiros e enfermaria. Uma vez dentro da poderosa casamata, era possível permanecer durante longo período de combate sem precisar de auxílio externo.
 
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