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Pantheon de Caxias

Publicado: Quarta, 29 de Novembro de 2017, 12h32 | Última atualização em Quarta, 08 de Agosto de 2018, 10h43 | Acessos: 1291

FUNCIONAMENTO E LOCALIZAÇÃO

 

Exposições:

- Terças e quintas das 10h às 12h e das 13h às 15h, exceto feriados.

 

Observações:

- Os portadores de deficiência intelectual e/ou mental e seus acompanhantes terão horário de visitação especial nas terças-feiras das 15h às 16h, conforme estabelece a Lei 6.278 de 21 de novembro de 2017 da Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

- Estacionamento gratuito durante o período de visitação.

 

ENTRADA FRANCA

 

Telefone: (21) 2221-0964

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Palácio Duque de Caxias, Centro, Rio de Janeiro/RJ

   Localizado na Praça da República, em frente ao Palácio Duque de Caxias, o Pantheon abriga os restos mortais daquele que é considerado o exemplo do soldado brasileiro, o Marechal Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias.

   Palavra de origem grega, o Pantheon era, na antiga Roma, uma edificação dedicada a todos os deuses. De estrutura imponente, este tipo de construção influenciou e inspirou arquitetos por vários séculos. Geralmente, é iluminado com luz natural ou pouca iluminação, com a finalidade de levar as pessoas a uma atitude respeitosa e de reflexão.
 
   O referido monumento foi construído em 1949 pela Prefeitura do então Distrito Federal, tendo sido inaugurado no dia 25 de agosto do mesmo ano. Sua concepção tinha por objetivo um ato solene, a fim de comemorar o centenário do nascimento do Duque de Caxias. Para isso, foi formada a Comissão Especial de Homenagens ao Duque de Caxias para organizar as cerimônias cívicas, cuja Presidência foi ao cargo de Nereu Ramos.
 
   Após a cerimônia de exumação, ocorrida no Cemitério do Catumbi, às 9 horas do dia 23 de agosto de 1949, os restos mortais do Marechal Luís Alves de Lima e Silva e de sua esposa, Sra. Anna Luiza de Loreto Carneiro Vianna de Lima, foram colocados em caixetas e depositados em uma urna especial, a fim de serem transportados para a capela do Cemitério, onde ficaram sob guarda até as 9 horas do dia 24. A partir desse horário, os despojos foram transportados sobre os ombros de oito praças de bom comportamento do Batalhão de Guardas, em uniforme de Parada, até um Carro Médio de 30 toneladas, que transportou os restos mortais até a Igreja de Santa Cruz dos Militares. Neste local, foi realizada uma missa solene e uma vigília cívica composta por quatro oficiais e dois sargentos, até as 8 horas do dia 25 de agosto.
 
   Às 9 horas da manhã do dia 25, teve início o traslado dos restos mortais do Duque e sua esposa para o Pantheon, em uma carreta que foi acompanhada pelos membros da Comissão Especial, por Aspirantes da Escola Naval, Cadetes da Escola Militar e da Aeronáutica. Às 9h45 da manhã foi inaugurado o Monumento ao Duque de Caxias no Pantheon, com a colocação dos restos mortais do Patrono do Exército e de sua esposa em seus locais de descanso definitivo. Em seguida, o então Prefeito do Distrito Federal, General Mendes de Morais, fez um discurso entregando o Pantheon ao Exército.
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